Google arrecada metade da receita publicitária digital

A Google arrecadou mais de metade dos 8,8 mil milhões de dólares que compõem o total da receita publicitária global da internet e do mobile em 2012. A conclusão é de um relatório recente da eMarketer, que analisou pela primeira vez a receita do digital e do mobile das maiores empresas de internet.

 

De acordo com a estimativa, a Google obteve 4,61 mil milhões de dólares no último ano, três vezes mais do que em 2011. Para 2013, prevê-se um crescimento de 92,1%, que vai render à Google uma receita de 8,85 mil milhões de dólares e uma quota de mercado de 55,9%.

O Facebook, que em 2011 não tinha receita proveniente do mobile, arrecadou perto de 500 milhões de dólares. Este ano, o valor deve crescer 333%, para mais de dois mil milhões de dólares, que valerão ao Facebook uma quota do mercado publicitário mobile de 12,9%.

O Twitter também deverá registar um crescimento considerável no mercado publicitário mobile, com perto de 2% do total.

Fonte: M&M Global -LigateaMedia

 

 

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Agência matrimonial Amore Nostrum chega à TV

A Amore Nostrum estreia no dia 17 de Junho, segunda-feira, a sua primeira campanha de televisão. Com o mote “Há 10 anos a encontrar o Amor”, a campanha do 10º aniversário vai passar na SIC. A agência matrimonial tinha, até aqui, apenas anunciado em imprensa nacional e regional, de acordo com as cisades está presente. “Esta campanha visa dar continuidade ao reconhecimento até agora conseguido junto do grande público, decorrente de uma taxa de sucesso de 85 por cento a unir pessoas compatíveis”, refere a empresa em nota de imprensa. O spot foi produzido pela própria SIC. O copy é da MLG – Comunicação e Serviços.

Fonte : Meios e Publicidade 

 

 

 

 

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Facebook terá vídeos com anúncios na timeline dos usuários

O objetivo da operação é angariar anunciantes que tem interesse apenas na televisão.

Para utilizar parte da receita publicitária da televisão, o Facebook lançará em julho um novo formato de anúncio. A rede social explorará as ferramentas de vídeo na timeline dos usuários. 
Com audio opcional, os anúncios terão duração máxima de 15 segundos e a reprodução será automática. O usuário poderá interromper ou retomar a visualização do vídeo com audio.Com audio opcional, objectivo da operação é angariar anunciantes que tem interesse apenas na televisão.Os anúncios terão duração máxima de 15 segundo e a reprodução será automática.

Fonte: Jornal Brasil Económico  

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Convence Mourinho e ganha estágios em agências de publicidade

O repto foi lançado pela Lisbon aD School aos alunos do IADE. Têm três dias para elaborarem uma ideia que convença José Mourinho a treinar a selecção portuguesa de futebol. Os alunos apresentarão as suas ideias perante um painel de directores criativos. Luciana Cani (Leo Burnett), João Braga (Publicis), Juan Christmann (All Awards) e Rui Soares (Taylors) são alguns dos nomes confirmados. Os autores das duas melhores ideias ganham um estágio na Publicis ou na Leo Burnett. “Ao contrário dos demais concursos em que se entregam as ideias, aqui os participantes são obrigados a defender as ideias de forma a  receberem feedback permitindo a compreensão e subsequente evolução das suas capacidades. Um outro aspecto que queremos é mostrar aos estudantes é que no meio certo, com trabalho árduo e criativo e respeitando deadlines conseguem aceder ao mercado”, refere Frederico Arouca, responsável da Lisbon aD School.

Esta acção da Lisbon aD School deverá repetir-se em outras escolas. A apresentação das propostas decorre esta terça-feira, 11 de Junho, entre as 15h e as 20h.

Fonte : Meios e Publicidade 

 

 

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Conservadores e guerrilheiros

 

Conservadores e guerrilheiros

Uma tem uma estratégia “conservadora”, outra recorre mais ao “marketing de guerrilha”. Uma comunica o prazer de condução, a outra o excitment. A primeira chama-se BMW e a segunda MINI. É entre estes dois mundos que se move o grupo alemão e Mário Fernandes, diretor de Marketing e Vendas do BMW Group Portugal, fala sobre como é que estas duas marcas continuam a ter cada vez mais fãs.

 

Briefing | Quais os principais valores da comunicação do grupo BMW em Portugal?
MF | O BMW Group representa, em Portugal, as marcas BMW e MINI, marcas totalmente independentes. Independência essa visível a vários níveis, começando logo pela distinção dos próprios valores das marcas. Se a marca BMW está mais centrada no “Prazer”, na Eficiência e no Dinamismo, a MINI está mais centrada no conceito de “Excitment”, posicionando-se como “um amigo”, “um membro da família”, sendo uma marca muito irreverente.

Briefing | Quais os contributos da marca Mini para a consolidação do grupo BMW no nosso País?
MF | A marca MINI foi lançada em 2001 e, em 12 anos teve um crescimento absolutamente incomum. De 1 modelo, passámos para os atuais 7 e, de 2 versões disponíveis, a marca passou a contar com 53. Em Portugal, a quota de mercado da MINI cresceu de 0.31 por cento, em 2005, para 1,11 por cento, em 2012. Desta forma, não podemos negar o importante contributo que esta marca tem trazido para o grupo.

Briefing | Quais as principais diferenças entre o marketing da marca Mini e o da marca BMW?
MF | Como já referi anteriormente, a marca MINI é totalmente independente da marca BMW. As marcas são, inclusivamente, trabalhadas por equipas distintas, estando a marca MINI sob a alçada do meu colega Holger Siegel, Brand Manager da MINI em Portugal. Estando na presença de duas marcas com valores totalmente diferentes, é natural que as suas diferenças em termos de marketing sejam bem notórias. Assim, se quisermos comparar as duas, ainda que não sendo fácil, dada a sua radical diferença, quase podemos dizer que enquanto a BMW aposta numa estratégia mais “conservadora” (quando comparada com a MINI), a MINI aposta muito mais numa estratégia de marketing de guerrilha e numa comunicação muito mais alternativa.

Briefing | Como é que o grupo BMW Portugal aborda as redes sociais enquanto ferramentas de marketing?
MF | Mais uma vez há diferenças muito significativas entre a abordagem das duas marcas do grupo. A marca MINI aposta muito mais nas redes sociais, enquanto a marca BMW se mostra um pouco mais conservadora a este nível.
A página de facebook da MINI Portugal já ultrapassa os 149.000 seguidores, e é considerada um case study no universo MINI, sendo a página que, no mundo, tem um maior share de fãs.

Briefing | Quando o grupo quer comunicar um novo produto quais os media a que recorre: os tradicionais (tv e jornais impressos, por exemplo) ou os digitais?
MF | Os meios digitais estão a ganhar cada vez mais peso. Ainda assim, no caso da BMW a preferência continua a ser dada aos media tracionais: tv, imprensa, mupies, etc. Por sua vez, a marca MINI recorre muito mais aos meios digitais.

Briefing | Qual a importância de ações específicas para determinados segmentos de clientes (experiências e test-drives, por exemplo) na estratégia de marketing do grupo?
MF | O grupo sempre apostou muito na questão experimental. Não faz sentido anunciarmos “prazer de condução” na BMW e “excitment” na MINI, sem que os nossos clientes e potenciais clientes possam experienciar e sentir. Desta forma, os eventos de experiência de marca continuam a pautar a estratégia de marca do grupo. A marca BMW, por um lado, aposta desde 2005 em eventos de experiência de condução, a que chama BMW Experience. Estes são eventos em que os clientes e potenciais clientes podem testar os veículos da marca em pista ou em estrada e têm ainda acesso a um pequeno curso de condução. O próximo BMW Experience terá lugar no Autódromo do Estoril entre os dias 27 e 30 de junho. Além disso, a marca aposta ainda em Roadshows que correm as principais capitais do país. Este ano, a estrela do Rodshow será o novo BMW Série 1 e o evento vai decorrer entre o final de maio e o final junho.
Por sua vez, no caso da MINI a aposta vai para um roadshow que percorre as principais cidades do país. Neste roadshow, os clientes e potenciais clientes terão acesso a experiências de condução nos vários modelos MINI e terão ainda acesso a um conjunto de várias atividades, que vão desde os desportos radicais, à música, sempre com muita diversão. O evento, apelidado de MINI Summer Circus terá início, este ano, na última semana de Agosto, no Algarve, e percorrerá o país durante todo o mês de setembro.

Briefing | Qual o grau de autonomia da BMW Portugal em relação à casa-mãe em termos de comunicação e marketing?
MF | As estratégias de comunicação e marketing são definidas pela casa mãe. Cabe, posteriormente, a cada mercado, adaptar essa mesma estratégia à sua realidade. Desta forma, acabamos por ter alguma autonomia na adaptação não só da estratégia, como depois, na concretização da mesma. Esporadicamente, e sempre que faça sentido, temos liberdade para desenvolver os nossos próprios conceitos. Um bom exemplo disso foi a campanha BMW Economics For Life, desenvolvida a 100 por cento pela nossa agência de publicidade Bates Team Portugal que obteve excelentes resultados. No caso da MINI, o processo é igual. Neste caso, temos, neste momento uma campanha 100 por cento nacional no ar. A campanha MINI ID+ que anuncia a edição nacional com o mesmo nome.

Briefing | Que planos é que existem para expandir a marca BMW a outros conceitos para além dos carros como, por exemplo, lifestyle?
MF | Não são planos. É já uma realidade. A BMW tem várias coleções de lifestyle disponíveis. Todas as coleções são subordinadas a temas, nos quais a marca está envolvida. Temos assim disponíveis as coleções: M (com peças alusivas à sub-marca M); Golfsport, donde se destacam os sacos de golf; Yachtsport, com destaque para a roupa de vela, produzida em parceria com a reconhecida marca Henry Loyd); e a mais recente coleção Athletics, com oferta de ténis e roupa desportiva produzida em parceria com a Puma; entre outras. Além destas coleções, a BMW disponibiliza ainda vários artigos, desde bicicletas, a porta-chaves ou miniaturas das suas viaturas. Todas estas opções de artigos lifestyle podem ser adquiridos nos Concessionários oficiais da marca ou através do eshop, disponível no sitewww.bmw.pt. Este conceito é também válido para a marca MINI estando as coleções MINI disponíveis nos Concessionários oficiais da marca ou através do site www.mini.pt.

Briefing | A crise no mercado automóvel português obrigou a alguns ajustamentos das políticas de marketing do grupo?
MF | Em Portugal, acabámos por sofrer alguns ajustes nos nossos budgets de marketing, situação que nos obriga a planear os nossos investimentos ainda com maior rigor e aumentar a nossa criatividade, por forma a não perdermos o impacto pretendido.

Briefing | Nos EUA, há uma tendência cada vez maior para os consumidores usarem tablets, computadores ou telemóveis para consumirem informação ou entretenimento, deixando a televisão. Como é que este tipo de desafios são encarados e estudados no grupo BMW?
MF | Essa é uma tendência que também já se faz notar na Europa. O BMW Group está, constantemente, a analisar essas mesmas tendências. Neste momento já temos várias soluções desenvolvidas, nomeadamente no que aos telemóveis diz respeito. O grupo tem já várias apps desenvolvidas que permitem aos condutores dos nossos veículos uma comunicação constante com o mundo exterior e com o próprio automóvel. Mais soluções surgirão no curto prazo, dado que o acompanhamento das tendências, nomeadamente, em termos tecnológicos é uma característica do grupo.

LANÇAMENTO
Vem aí o Born Electric

Briefing | O primeiro carro elétrico da BMW vai chegar a Portugal este ano. Como é que esse evento vai ser comunicado?
Mário Fernandes | Sim. É verdade. Em 2011, o BMW Group lançou a sua nova submarca BMWi, uma submarca cujo valor nuclear é a mobilidade sustentável e, em novembro deste ano, vamos lançar o primeiro produto desta submarca, o BMW i3. Este será o primeiro veículo elétrico do grupo e é, sem dúvida, um lançamento muito importante para o BMW Group. Mais do que o lançamento de um novo veículo, o grupo está centrado em comunicar um novo conceito de mobilidade. Em termos concretos ainda não podemos revelar detalhes, mas garantimos que estamos a preparar um lançamento que queremos que desperte os portugueses para um conceito totalmente revolucionário, sob o claim “Born Electric”.

Fonte:Briefing

 

 

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Uma vingança dos publicitários lusófonos contra as adaptações (com vídeo)

Chegou a Hora da Vingança. É este o ponto de partida da campanha criativa da DraftFCB para os Prémios Lusos. A ideia é convencer os criativos a vingarem-se das campanhas internacionais que são “obrigados” a adaptar ao mercado local. A campanha estará presente em imprensa, televisão, rádio e internet. Em Portugal a campanha estará em meios como o Canal Q, I, rádios Radar e Oxigénio, Speaky TV e M&P. No Brasil ficará visível em sites e blogues da área como o Portal da Propaganda, Update or Die ou o Blog do Adonis.

A direcção criativa é de Duarte Pinheiro de Melo, com direcção de arte de Ricardo Silveira, design de Filipa Pinto e copy de Viton Araújo. A campanha foi produzida com o apoio da Gettyimages, Fastfoward e Magisom

Com um carácter trimestral, os Lusos – Prémios Lusófonos da Criatividade pretendem premiar os melhores projectos em português nas áreas da publicidade, comunicação, relações públicas e media. Após as etapas trimestrais, haverá uma Grande Gala Anual dos Prémios Lusos. A primeira entrega de prémios vai decorrer dia 26 de Junho em Lisboa, no Hotel Fonte Cruz, e contará com a apresentação do Fernando Alvim. O júri integra profissionais de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau.. A presidir ao júri de Publicidade, Design e Digital está Eduardo Lima, vice-presidente criativo da F/Nazca Saatchi & Saatchi Brasil e presidente do Clube de Criação de S. Paulo. Em Media o presidente é Manuel Falcão (director-geral da Nova Expressão), enquanto em Relações Públicas será encabeçado por Mónica Jacob (directora-geral da Cunha Vaz & Associados Angola).

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Lobbying é insuficientemente regulamentado

Um estudo recente revela que 88% dos decisores nacionais reivindicam a necessidade do registo obrigatório dos lobistas, percentagem bem superior à média europeia, 53%. Estes são alguns dos resultados do estudo sobre a eficácia do lobbying na Europa, elaborado pela Burson-Marsteller e pela Lift Consulting.

A maioria dos inquiridos garante que o lobbying ainda não é suficientemente regulado. De facto, 56% pronunciam-se neste sentido, mas, no caso português, as respostas são 100% reivindicativas da regulamentação da atividade.

As Associações de Comércio são consideradas, na generalidade, as lobistas mais eficazes, com 62%, seguidas pelas organizações profissionais e pelas ONG. Verificaram-se algumas diferenças significativas de apreciação conforme os países. Na Alemanha, por exemplo, as ONG e as agências de relações públicas são vistas como as mais eficazes.

Fonte: Lift

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AS PESSOAS NÃO QUEREM PUBLICIDADE?

Entramos a passos largos para um período de campanha eleitoral no âmbito das autárquicas previstas para este ano. E com esta investida numa nova “temporada” eis que um dos primeiros sound bites surge, como é característico, rompendo com o perfil normal e saindo fora do quadrado ao abraçar a Publicidade.

Afirma Paulo Portas:

“As pessoas não querem publicidade. Querem autenticidade. Sejam autênticos e façam a diferença”

Será verdade o que o líder do CDS, afirma? Qual é a vossa opinião? Arriscamos que mais do que ser verdade é uma direção e tendência da estratégia e futuro do Marketing Político. A aposta no excelente retorno que as relações públicas permitem. Se analisarmos que todos os canais de TV e jornais e revistas estão ultra povoados de comentadores políticos, podemos arriscar que a era dourada da publicidade politica terminou e passa agora um mau bocado!

Cartaz de Campanha Eleitoral Paulo Portas CDS/PP

Fonte : marketingforadacaixa

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ANÚNCIO CARLSBERG FORA DA CAIXA

Quando um produto se vende pelo prazer da amizade e boa disposição, como a cerveja, comunicá-lo é sempre mais divertido.
Fiel ao seu posicionamento, depois de um filme publicitários que bateu recordes de visualizações no youtube, em que as vitimas eram fanáticos de futebol, desta feita são os melhores amigos que se colocam à prova.
Vale a pena a criatividade fora do quadrado.

Fonte: marketingforadacaixa

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RP – Mais do que comunicados de imprensa e longe dos croquetes

Quando se fala em Relações Públicas, o comum dos mortais pensa de imediato em festas, noite, discotecas ou, sendo um pouco mais “profundo conhecedor”, falará de comunicados de imprensa e de suborno aos jornalistas. Sim, esta imagem ainda existe sobre a nobre arte das Relações Públicas, ou somos uns pândegos ou então andamos a subornar meio mundo.

Estas duas visões não poderiam estar mais distantes da realidade do trabalho diário de um Relações Públicas, ou também comummente apelidado, assessor de imprensa. Pessoalmente não me revejo muito na segunda descrição, pois considero-a demasiado redutora, o trabalho de qualquer profissional de comunicação ligado à área de Relações Públicas vai muito para além das tarefas de assessorar uma marca ou dirigentes relativamente aos órgãos de comunicação social; o trabalho que se desenvolve tem de ser mais completo e exige que haja constantemente uma análise crítica para avaliar e discernir quais as melhores práticas operacionais de levar a bom porto um objectivo estratégico de comunicação e imagem das entidades que representamos. Para além disso, pela experiência profissional, tenho visto e sentido sempre que entro em qualquer reunião com um potencial cliente, este procura cada vez menos uma agência de Relações Públicas para “pôr” as notícias que ele fez nos meios, mas sim um parceiro que o apoie a avaliar o sentido e valor noticioso de cada tema e que consiga otimizar junto, já não dos meios, mas dos seus públicos-alvo.

Isto significa que um Relações Públicas tem de ser alguém especializado e conhecedor das diversas ferramentas de comunicação e marketing que as empresas e indivíduos têm ao seu dispor para promover a imagem e os intuitos dos mesmos. Isto significa que nem sempre é necessário um comunicado de imprensa, pois este não alcançará os intuitos primordiais da marca, por vezes é bem mais eficaz pegar nos mesmos dados, organizá-los corretamente e potenciar com eles uma entrevista ou mesmo redigir um artigo de opinião factual e disponibilizar ao meio com maior apetência para o tema a informação. Sim, nós, os malandros das Relações Públicas, trabalhamos os dados (reparem que o trabalhamos não está entre aspas, é uma afirmação factual sem segundo sentido), mas fazemo-lo com o intuito não de ludibriar ou esconder o que seja, mas para torná-los mais inteligíveis, comparáveis e legíveis.

É verdade um Relações Públicas poderia também ser apelidado de analista de dados, descodificador de algoritmos e de jargão técnico que por vezes nem os próprios profissionais de determinados sectores sabem o que significa. Com isto não quero deificar os profissionais de Relações Públicas, porém honras sejam feitas a quem de direito. A análise de negócio de um cliente, qualquer que ele seja, é obrigatória. Sem isso é impossível compreender o que se está a falar, bem como é impossível ser plausível e verosímil aquando da apresentação de um tema aos públicos, quer sejam eles jornalistas, líderes de opinião ou mesmo o consumidor final.

Sinceramente, ao longo dos vários anos de profissão, nunca tive muito prazer nos croquetes que de vez em quando me passam pela frente, nem mesmo do brilho de uma passadeira vermelha e das luzes da ribalta que podem daí advir. Prefiro o trabalho de equipa, mas solitário, do backstage onde falamos de métricas, de retornos de investimento, a criar relações que se querem duradouras e profícuas para o cliente e onde o conteúdo é rei.

Fernando Batista
Head office da LEWIS PR Lisboa

[Este artigo não foi escrito ao abrigo do Acordo Ortográfico]

Fonte LigateàMedia 

 

 

 

 

 

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